

Com Messi apagado, atuais campeões sofrem muito mais uma vez, mas encontram alívio na prorrogação e terão clássico com Inglaterra
João Vitor Marques - Correio Braziliense
mais intensas. À flor da pele desde o início do mata-mata, a atual campeã parecia querer recusar grandes sensações neste sábado (11/7), no Arrowhead, em Kansas City. Abriu o placar, “cozinhou” o jogo… Mas há coisas das quais não se pode escapar. Mais uma vez, com drama, ganhou e se classificou: 3 a 1 na prorrogação, após empate por 1 a 1 nos 90 minutos, e classificação garantida para as semifinais. O sonho do tetra segue vivo.
A Argentina abriu o placar logo aos dez minutos do primeiro tempo. Após cobrança de escanteio do atacante Lionel Messi, o meio-campista Alexis Mac Allister cabeceou e encobriu o goleiro Gregor Kobel: 1 a 0. O gol mudou totalmente o que teoricamente seria a dinâmica natural do jogo.
Em vantagem, os argentinos recusaram a emoção. Afinal, estavam calejados. Os confrontos cheios de tensão e reviravoltas contra Cabo Verde e Egito nos mata-matas anteriores fizeram a atual campeã do mundo ficar por um fio. Desta vez, a ideia claramente era outra: tentar evitar qualquer tipo de risco.
Assim, mesmo com uma clara vantagem técnica, a Argentina decidiu “cozinhar” o jogo e muitas vezes deu a bola para a Suíça. O problema é que os suíços pareciam não saber o que fazer com ela: finalizaram apenas três vezes no primeiro tempo, só uma em direção ao gol, para uma defesa tranquila do goleiro Dibu Martínez.

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