

Lamine Yamal entra na mente do sistema defensivo da atual vice-campeã mundial, sofre pênalti convertido por Oyarzabal, vê Porro ampliar e atualiza carteirinha da freguesa França
Marcos Paulo Lima — Enviado especial - Correio Braziliense
Dallas — Cinco mil oitocentos e quarenta e sete dias depois da conquista do primeiro título na Copa do Mundo, em 11 de julho de 2010, no Soccer City, na África do Sul, a Espanha está de volta à final. A queda na fase de grupos em 2014 ficou para trás.
A eliminação contra a anfitriã Rússia em 2018 também. Se La Roja deu adeus nos pênaltis contra Marrocos em 2022, não se lembra. A geração medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 e dourada em Paris-2024 recoloca o país na moda na vitória por 2 x 0 contra a França nesta terça-feira, 14 de julho, uma data simbólica para o rival: a Queda da Bastilha.
A revolução francesa no futebol, com o futebol mais agradável da Copa até então unindo talentos como Mbappé, Olise, Dembélé, Barcola e companhia, foi vítima outra vez do início da era Lamine Yamal. Assim como nas semifinais da Euro-2024, a trupe do menino prodígio assinou a carteirinha do freguês e irá ao MetLife Stadium no domingo para enfrentar o vencedor da semifinal desta quarta-feira: Argentina ou Inglaterra. Qualquer uma será inédita. O duelo contra os sul-americanos seria tira-teima entre os atuais campeões da Europa e da América do Sul. Contra os ingleses, uma repetição da decisão da última Euro.

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