

Atualmente, o empresário e ator possui 11 empresas de sucesso e acumula milhões na conta
Por Redação Entretenimento - UAI
Hoje à frente de diversos negócios, Felipe Titto relembrou o ponto de virada que mudou completamente sua trajetória profissional. Em entrevista ao podcast “Inteligência Ltda.”, ele contou que uma única ação publicitária nas redes sociais foi determinante para que passasse a enxergar o mercado digital como oportunidade de negócio.
Na época, o artista conciliava a atuação em novelas com uma rotina intensa de gravações e um salário que considerava baixo diante da carga de trabalho. “Eu ganhava R$ 5 mil por mês. Com os descontos, meu salário vinha R$ 4 mil. Eu trabalhava de segunda a sábado, 12 horas por dia”, relatou.
A mudança veio após um trabalho pontual na internet. “Fiz uma publicidade no Instagram e ganhei R$ 20 mil para postar uma foto. Em 35 segundos, eu ganhei cinco meses de salário. A partir daí, eu fui entender esse mercado e abri uma agência”, explicou.
A partir dessa experiência, Titto passou a gerenciar a carreira de outros influenciadores e a intermediar campanhas publicitárias. “Comecei a cuidar da carreira de outras pessoas e a ganhar um percentual em cima dessa turma que eu indicava para as publis também. Isso foi mais ou menos em 2013, 2014”, detalhou.
Mesmo com os primeiros passos no empreendedorismo, ele seguiu atuando na televisão enquanto estruturava seus negócios — trajetória que incluiu erros e prejuízos.
“Continuei fazendo novelas, fiz ‘Malhação’, apresentei cinco programas na MTV, apresentei quadro no ‘Vídeo show’ e tentando a minha carreira de empreendedor no paralelo. Perdi muito dinheiro, mas eu tinha a garantia do digital por trás”, afirmou.
Segundo ele, o sucesso não veio de imediato. “De sete negócios que eu quebrei, a primeira empresa que funcionou mesmo foi a agência. Ela se pagou e pagou todos os erros que eu tive. Hoje ela virou uma holding, que tem todos os meus negócios embaixo de seu guarda-chuva. Tenho 11 empresas”, disse.
Com a consolidação financeira, o empresário também passou a investir em um antigo interesse: carros de luxo. Atualmente, afirma possuir nove veículos e destaca alguns modelos da coleção.
“Quem não entende de carro acha que o Audi RS6 é um carro de levar as crianças na escola. Estou também com uma Land Rover Defender agora. Há dois meses, realizei meu sonho de ter um Mustang Fastback 69”, contou.
Ao relembrar o passado, ele reconheceu que muitas dessas conquistas estavam ligadas a desejos antigos.
“Na época de vacas magras, eu sempre sonhei em ter um Maverick. Eu já tive todos os carros que você imaginar. Muitas dessas carangas eram para dar o check, para provar que consegui, frustração de moleque pobre que sempre quis ter, mas não tenho mais essas piras”, concluiu.

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