Afiliadas
Você está em:
DF - Brasília
105.5 FM
Filtrar por Regiões
Todas
Nordeste
Norte
Centro-Oeste
Sudeste
Sul
DF - Brasília
105.5 FM
MG - Belo Horizonte
96.5 FM
RN - Natal
106.3 FM
MG - Santa Bárbara
92.5 FM
MT - Vera
90.9 FM
RO - Ariquemes
92.3 FM
RO - Conesul
100.9 FM
RO - Ji-Paraná
93.7 FM
RO - São Francisco do Guaporé
88.7 FM
RO - São Miguel do Guaporé
99.7 FM
MG - Bueno Brandão
88.3 FM
MG - Buritis
91.9 FM
MG - Medeiros – Circuito da Canastra
107.5 FM
MG - Sul de Minas
103.1 FM
MG - Taiobeiras
107.1 FM
MG - Unaí
93.1 FM
SP - Barretos
100.1 FM
SP - Catanduva
106.9 FM
SP - Itapeva
93.5 FM
SP - Pirassununga
90.1 FM
SP - São José do Rio Preto
88.9 FM
PR - Palotina
99.3 FM
RS - Erechim
88.3 FM
RS - Ciríaco
88.9 FM
RS - Panambi
88.7 FM
RS - Putinga
101.1 FM
RS - Santo Ângelo
94.5 FM
SC - Itajaí
102.1 FM
RS - Casca
88.5 FM
RS - Não Me Toque
95.7 FM
SC - Blumenau
89.1 FM
MA - Pinheiro
90.9 FM
MG - Serra da Mantiqueira
98.1 FM
MG - Paraíso
103.9 FM
SP - Bebedouro
91.7 FM
SC - Chapecó
104.5 FM
SP - Ourinhos
101.5 FM
PR - Salto do Lontra
106.5 FM
MT - Colíder
89.7
PA - Altamira
102.7
SC - São Domingos
104.3 FM
SP - Jaboticabal
101.7 FM
MG - Carangola
107.9 FM
GO - Goiânia
Rede
PA - Tucuruí
REDE
MG - Divino
102.9 FM
PR - Foz do Iguaçu
Rede
MG - Fervedouro
90.3 FM
CE - Jericoacoara
Rede
MT - Sapezal
Rede
MA - Santa Inês
92.1 FM
MG - Uberaba
89.9 FM
PA - Redenção
REDE
CE - Fortaleza
97.1 FM
SP - Mogi Guaçu
REDE
SP - Centro-Oeste Paulista
88.7 FM
PB - João Pessoa
102.5 FM
SP - Ipuã
REDE
Ao Vivo
105.5 FM
Clube FM
Clube FM
Ao vivo
Promoções
Entretenimento
Música
Programação
A Clube
Contato
A+
A-

Malária atinge menor taxa em 47 anos, mas sarampo preocupa governo

Saúde
Publicado em 17 de agosto de 2026
Malária atinge menor taxa em 47 anos, mas sarampo preocupa governo
Compartilhar

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresentou dados durante o 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical e destacou redução histórica da malária; casos importados de sarampo preocupam autoridades

Por Correio Braziliense



A malária registrou em 2025 a menor taxa de casos no Brasil em quase cinco décadas, segundo dados apresentados pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta segunda-feira (17/8), durante o 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Ao mesmo tempo, o ministro reforçou o alerta para o risco de entrada do sarampo no país diante do aumento de casos na América do Norte e confirmou cerca de 20 registros importados da doença em municípios da Grande São Paulo.

Durante sua fala, Padilha afirmou que os números da malária representam a menor taxa de casos dos últimos 47 anos. Em 2025, o país também registrou redução de mais de 50% nas mortes provocadas pela doença e teve apenas 39 internações, segundo os dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

A redução, segundo Padilha, é resultado da ampliação das estratégias de diagnóstico e tratamento. O ministério aumentou a distribuição de testes rápidos e incorporou ao sistema público a tafenoquina, medicamento utilizado no tratamento da malária. O Brasil, de acordo com o ministro, foi o primeiro país do mundo a incorporar a medicação à saúde pública.

A meta do governo, segundo o ministro, é zerar as mortes por malária até 2030 e eliminar a transmissão da doença no país até 2035. 

Redução no território Yanomami

Um dos principais destaques apresentados pelo ministro foi a situação no território Yanomami. Segundo Padilha, os primeiros meses de 2026 mantiveram a tendência de queda, com redução superior a 50% nos casos de malária na região e diminuição de mais de 70% das mortes causadas pela doença.

“Conseguimos, felizmente, interromper um verdadeiro genocídio que acontecia no povo Yanomami”, afirmou o ministro. Ele associou os resultados à combinação de ações contra a malária, à recuperação nutricional da população e ao reforço da assistência em saúde.

A redução dos casos no território também foi relacionada à implementação da tafenoquina. A região foi a primeira a receber a estratégia, que, segundo Padilha, já está associada a uma redução superior a 55% dos casos de malária falciparum, considerada uma das formas mais graves da doença.

Preocupação com casos de Sarampo 

Se os dados da malária foram apresentados como uma conquista, o sarampo surgiu como um dos principais alertas do ministro durante o evento. Padilha confirmou que o Brasil identificou cerca de 20 casos importados da doença em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, cidades que concentram os registros mais recentes.

De acordo com o ministro, as cepas identificadas são as mesmas que circularam nos Estados Unidos e no Canadá. Desde 2025, o continente americano enfrenta aumento expressivo de casos, principalmente na América do Norte, responsável por mais de 75% dos registros de sarampo em todo o continente, segundo Padilha.

Em 2025, o Brasil registrou 38 casos importados, identificados em São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Tocantins. Apesar disso, não houve propagação sustentada da doença no território brasileiro, segundo o ministro, graças às ações de bloqueio e ao reforço da vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Brasil recuperou, em 2024, o certificado de país livre do sarampo. A entrada de casos importados no ano seguinte não foi suficiente para que o país perdesse novamente a certificação, mas o governo teme a repetição do cenário de 2019, quando um surto levou a cerca de 20 mil casos somente em São Paulo.

“Não vamos deixar acontecer esse ano, em 2026, o que aconteceu em 2019, quando um surto começou e explodiu o total de 20 mil casos de sarampo em São Paulo”, afirmou Padilha.

Como resposta, o Ministério da Saúde reforçou a vacinação contra a doença em todo o país. Segundo o ministro, pessoas de 6 meses a 59 anos que não tenham confirmação da vacinação contra o sarampo devem procurar a imunização.

Padilha afirmou que somente na capital paulista mais de 600 mil pessoas já foram vacinadas na ação de intensificação. O objetivo, segundo ele, é interromper qualquer possibilidade de transmissão e manter o Brasil livre do sarampo, mesmo diante da circulação do vírus em outros países.

Clima e doenças tropicais

Além dos dados sobre malária e sarampo, o ministro também falou sobre a relação entre o avanço das mudanças climáticas e o futuro das doenças infecciosas e tropicais. Para ele, a crise climática já deve ser tratada como uma questão de saúde pública.

Ele afirmou que o aumento da temperatura, as secas, as enchentes e outras mudanças ambientais afetam tanto a capacidade de transmissão de doenças quanto o funcionamento dos serviços de saúde. Segundo o ministro, a alteração das condições climáticas pode favorecer a expansão de vetores para regiões onde determinadas doenças não eram registradas anteriormente.

Entre as medidas apresentadas pelo governo está o fortalecimento do chamado AdaptaSUS, plano voltado à preparação do sistema público de saúde para os impactos climáticos. A estratégia prevê, entre outros pontos, o cruzamento de dados meteorológicos e epidemiológicos para antecipar riscos e organizar a resposta dos serviços de saúde.

Veja Também

Veja Mais
Aplicativo Clube

Baixe o App da Clube e fique por dentro de tudo, o tempo todo.

O aplicativo de rádio mais legal da internet. Acompanhe a sua Clube em qualquer lugar!
App Store
App Store
Google Play
Google Play
App Clube
Contatos

Clube Maníacos

Cadastre-se e concorra diariamente ao Kit Clube Maníaco com camiseta, boné, garrafinha e caneca.
Ao se cadastrar você concorda em receber nossos e-mails com novidades
105.5 FM
Brasília
Atendimento ao Ouvinte
0800 342 1055
Departamento Comercial
0800 342 1055
SEDE CLUBE FM BRASIL
Brasília/DF
Atendimento ao Ouvinte
0800 342 1055
Departamento Comercial
0800 342 1055
Afilie-se
(61) 3214-1030
Anuncie
Anuncie
Seja um Afiliado
Seja um Afiliado

© ClubeFM 2021 - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por VO2 Digital