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Mulher perde casa e se separa por vício em apostas on-line

Brasil
Publicado em 18 de abril de 2026
Mulher perde casa e se separa por vício em apostas on-line
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Mulher relata perdas, dívidas e colapso emocional; SUS amplia atendimento gratuito para dependentes de jogos online



Por Amanda S. Feitoza - Correio Braziliense

Aos 29 anos, a extensionista de cílios Assíria Macêdo, moradora de Fortaleza, viu a própria vida desmoronar em consequência do vício em jogos de aposta online. Em um vídeo publicado nas redes sociais, que já ultrapassa 200 mil visualizações, ela relata perdas financeiras, o fim do casamento e um quadro de saúde mental fragilizado. O depoimento, feito em tom de desabafo, também funciona como alerta.

Segundo Assíria, o envolvimento com plataformas como o “jogo do tigrinho” começou há cerca de quatro anos, impulsionado por promessas de ganhos rápidos. No início, os retornos financeiros reforçaram a prática. “Eu via muita gente ganhando dinheiro e pensei que daria certo para mim também. E deu”, afirmou. Os primeiros ganhos chegaram a valores entre R$ 10 mil e R$ 15 mil.

O cenário, no entanto, mudou rapidamente. A dinâmica das apostas evoluiu para um comportamento compulsivo, marcado pela perda de controle sobre o próprio dinheiro. “Qualquer valor que eu tinha, eu jogava. Se eu trabalhava, pegava o dinheiro e jogava”, relatou. A situação levou à contração de dívidas que, segundo ela, hoje somam cerca de R$ 50 mil, incluindo valores tomados com agiotas.

O impacto atingiu diretamente a estrutura familiar. O então marido tentou ajudar a quitar os débitos, mas acabou também prejudicado. “Ele fez de tudo, mas eu não falava a verdade e voltava a jogar”, disse. O casal se separou. Já os pais da extensionista, ambos idosos, venderam imóveis para tentar cobrir as dívidas da filha. Sem patrimônio, a família passou a morar de favor.

A crise financeira foi acompanhada de um agravamento significativo da saúde mental. Assíria relata ansiedade intensa, privação de sono e medo constante. “Eu não durmo. Se escuto um barulho na rua, eu travo”, afirmou. Segundo ela, a pressão de cobranças e ameaças a impede até de sair de casa ou manter a rotina de trabalho.

A extensionista também diz não conseguir exercer a própria profissão. Sem recursos para comprar material e abalada emocionalmente, deixou de atender clientes. “Eu preciso trabalhar, mas não tenho psicológico”, declarou. Hoje, a sobrevivência da família depende da ajuda de pessoas próximas.

No relato, Assíria reconhece a dependência e afirma estar em busca de tratamento. “Hoje eu sei que estou doente e preciso de ajuda”, disse. Ela também menciona já ter enfrentado momentos extremos, incluindo tentativa de tirar a própria vida.

Além das dificuldades financeiras e emocionais, a família enfrenta problemas de saúde. O pai, com mais de 60 anos, precisa de uma cirurgia na perna, sem condições de custeio. Diante do cenário, eles iniciaram uma campanha online para tentar arrecadar recursos e viabilizar o tratamento da jovem. “Esse é meu último pedido de socorro”, afirmou.

SUS oferece atendimento gratuito

Em meio ao avanço de casos como o de Assíria, o Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou ainda em março deste ano o atendimento voltado a pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas. Um serviço de teleatendimento em saúde mental passou a ser disponibilizado por meio do aplicativo Meu SUS Digital.

A plataforma funciona como porta de entrada para o cuidado e pode ser acessada gratuitamente, 24 horas por dia. O serviço é destinado a maiores de 18 anos, além de familiares e pessoas da rede de apoio. A capacidade inicial é de até 600 atendimentos mensais.

Após o cadastro, o usuário tem acesso a um autoteste com base científica, que avalia o nível de risco. Em casos moderados ou graves, o encaminhamento para acompanhamento especializado é feito automaticamente. Quando o risco é considerado menor, a orientação é buscar atendimento presencial na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui CAPS e unidades básicas de saúde.

As consultas são realizadas por vídeo, com duração média de 45 minutos, e podem integrar ciclos de cuidado com até 13 sessões. O atendimento pode ser individual ou em grupo e envolve equipe multiprofissional, com psicólogos, terapeutas ocupacionais e, quando necessário, psiquiatras.

O modelo também prevê acompanhamento contínuo e articulação com outros serviços do SUS, permitindo encaminhamento para atendimento presencial quando indicado. Todo o processo é gratuito e segue normas de sigilo e proteção de dados.

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