

Modalidade consiste em saltos de locais como pontes, viadutos, prédios ou paredões rochosos, com o uso de equipamentos com pouca elasticidade
Após a morte da jovem Maria Eduarda, ao cair de uma altura de 40 metros, no interior de São Paulo, o esporte radical chamou a atenção. O rope jumping ficou conhecido no anos de 1990 e ganhou notoriedade com Dan Osman, considerado criador da prática. Curiosamente, Osman faleceu em 23 de novembro de 1998, após um salto na Leaning Tower, rocha localizada no Parque Nacional de Yosemite, nos Estados Unidos, devido a uma falha no sistema de cordas.
De acordo com investigação, conduzida pelo Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos, corda uma decisão de Osman de mudar o ângulo do salto fez com que trechos das cordas, que eram ligadas por nós, se cruzassem durante a queda, gerando atrito, provocando aquecimento e o corte do próprio equipamento. Segundo apuração da autoridades americanas, as cordas estavam em boas condições de conservação.
Muitas vezes confundido com o bungee jump, o rope jumping funciona de forma diferente. Na modalidade, o praticante salta de locais como pontes, viadutos, prédios ou paredões rochosos, empregando cordas com pouca elasticidade. No esporte, a sensação de queda livre é maior, antes da desaceleração.
A corda, que deveria ser presa ao corpo de Maria Eduarda, foi esquecida no chão. Em vídeos gravados por quem acompanhava o salto e publicados nas redes sociais, é possível ver três homens carregando a jovem.
Depois que ela é erguida, um deles permanece atrás, observando, enquanto outros dois continuam por uma estrutura metálica. A corda estava enrolada no chão, atrás deles.
Quando Maria Eduarda é arremessada, as pessoas que aguardavam o salto percebem a falta do equipamento e se desesperam. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou parada cardiorrespiratória e óbito no local.

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