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Caso Tom Veiga: Polícia Civil do RJ pede arquivamento

10 de agosto de 2021 às 9:13

Por Flavia Duarte/ Rede Clube Fm Brasil

A morte repentina do ator e intérprete do Louro José, o Tom Veiga, aos 47 anos, em 01 de novembro do ano passado, despertou tristeza e perplexidade nos familiares, amigos e fãs. A vida pessoal do ator veio à tona e trouxe fatos que foram revelados em função da disputa judicial travada pela herança deixada por ele. Até a hipótese de envenenamento foi levantada.

Essa possibilidade, inclusive, acaba de ser afastada pela Policia Civil do Rio de Janeiro que está investigando o caso. Nesta segunda-feira (09) o relatório final foi concluído e apurado que não houve indício de morte violenta.

A 16ª Delegacia de Polícia conclui a investigação afirmando que todos os elementos foram apurados e levaram à conclusão de que Tom Veiga faleceu de morte natural. O documento será enviado ao Ministério Público com um pedido de arquivamento do caso.

Em novembro do ano passado, O Instituto Médico Legal  (IML) emitiu laudo informando que Tom Veiga morreu em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico causado por um aneurisma. O exame de necropsia revelou que o ator já estava acometido com um aneurisma cerebral, que é um tipo de inchaço no vaso sanguíneo – veia ou artéria – cujo rompimento costuma ser fatal. O aneurisma não costuma apresentar sintoma o que dificulta o diagnóstico e um tratamento eficaz.

O testamento deixado pelo artista, firmado em abril contemplou a ex-esposa Cybelle Firmino com 50% de todos os bens e o restante – os outros 50% –  a ser dividido os quatro filhos do ator.

Com informações do Jornal Extra.

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