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Cinco clássicos sertanejos que são versões e você não sabia!

Celebridades
Mundo Sertanejo
Música
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De Backstreet Boys a Metallica, os sertanejos brasileiros já explodiram muitos sucessos que são, na verdade, versões de outros hits consagrados no exterior. Confira!

Por: Morillo Carvalho, editor Clube.FM

No mundo da música é muito comum que os gêneros se apresentem como rivais: roqueiros que não gostam de sertanejo, funkeiros que detestam axé… Mas no intercâmbio entre os músicos, a coisa é bem diferente: a Clube FM fez uma lista com canções do sertanejo brasileiro que são versões de sucessos musicais no exterior, e que provém do pop e do rock. Versões que embalaram e embalam muita gente por aqui e que são puro sucesso! Confira:

1 – Juntos e Shallow Now!

Em 2018, Nasce Uma Estrela fez muito sucesso nas telonas do cinema mundial com Lady Gaga e Bradley Cooper protagonizando um casal que arrancou muitos suspiros, e que teve como auge o momento em que Gaga era encorajada a apresentar sua composição Shallow em público, vencendo o bloqueio de se expor. O original era um pop-rock. Não podíamos ficar de fora, aqui no Brasil, e foi quando Paula Fernandes chamou Luan Santana e criaram a versão Juntos, que preservou o “shallow now” no final do verso do refrão e atraiu muitas brincadeiras nas redes sociais. Brincadeiras à parte, a canção foi um tremendo sucesso!

Ganhou single de platina apenas dois meses após o lançamento, das mãos de ninguém menos do que a cantora Iza, à época apresentadora do programa Música Boa, no Multishow.

Não tenho palavras para descrever tanto amor e carinho que tenho e recebo de vocês! Vocês sempre estiveram ao meu lado e sou muito grata por isso. Nosso amor é gigante! Vamos seguir #Juntos… e Shallow Now… e SEMPRE!

Paula Fernandes, sobre a platina dupla

Além disso, “Juntos” ficou quatro semanas seguidas no Top 200 do Spotify, entrou para a trilha sonora da novela Bom Sucesso (TV Globo) e explodiu em views: só esse vídeo aí tem mais de 11 milhões. Tá bom pra você?

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PAULA CANTA METTALICA: não podemos nos esquecer que lááááá no comecinho da carreira, Paula Fernandes gravou o disco Dust in The Wind, só com covers internacionais, dentre os quais, sertanejou Nothing Else Matters, do Mettalica (mas o álbum tem também ela cantando The Who, Cramberries e Goo Goo Dolls – ou seja, não seria de surpreender se ela fosse convidada para o Rock in Rio, hein?).

2 – Um Homem Quando Ama

Ok, começamos com um hit recente e já resolvemos quebrar a cronologia para falar dessa outra, que é impossível não continuar: “ééé a mulheeeer / que realiiiiiiiza o hooomem!”, quando alguém começa com “se você ama / quaalquer segreedo sooome…”, é ou não é? Pois em 1995, quando Chitãozinho e Xororó a gravaram, o estouro veio acompanhado de outras ótimas canções do 19º disco que lançavam: Bailão de Peão e Página de Amigos são daquele mesmo disco. Dá uma olhada no clipe oficial, com direito aos mullets muito bem aparados e na moda sertaneja da época:

Repare nas castanholas usadas na música, que combinaram muito bem com o modão de Chitão e Xororó… Um Homem Quando Ama é versão de Have You Ever Really Loved a Woman?, do canadense Bryan Adams. Ele gravou a música naquele mesmo ano. Uma balada pop romântica, que usou das influências das castanholas espanholas para contar a história do conquistador espanhol de corações, mantidas na versão brasileira – e que “ornavam” muito bem com o momento por aqui: era época do sucesso da novela Explode Coração (TV Globo), de Glória Perez. A balada original vendeu “apenas” 600 mil cópias nos Estados Unidos, fechou o ano como a canção mais ouvida no Canadá e na Suíça e ainda concorreu ao Oscar! Siim! Isso porque era trilha sonora de Don Juan Demarco, filme estrelado por Johnny Depp (que pediu uma bagatela de 25 milhões de dólares pela atuação) e Marlon Brando. Perdeu para a trilha de Pocahontas, da Disney.

3 – Sempre fingiu, nada sentiu…

Cleiton e Camargo estão em atividade desde 1996, e explodiram o primeiro sucesso em 1997, que foi Quando Um Grande Amor Se Faz, que era uma versão da música italiana Cantare è D’amore. Mas o sucesso se consolidou com essa música aqui, a inesquecível Na Hora de Amar, gravada em 1998:

Detalhe para a semelhança entre Camargo, que abre este vídeo, e Zezé, da dupla com Luciano… Mas, pelo sobrenome, você já deve ter percebido que a semelhança não é mera coincidência, certo? Camargo é irmão deles, pra quem não lembra…

Na Hora de Amar é versão de um sucessaço da banda sueca Roxette, Spending My Time, lançado em 1991. Fechou aquele ano e o seguinte (porque o lançamento foi em outubro) entre as 20 canções mais tocadas em 13 mercados nos Estados Unidos e na Europa. Aqui no Brasil não houve a medição desse dado, mas que a gente cantou muito, mesmo que embromando, até aparecer a nossa versão, aaah… isso a gente fez, viu?

4 – Te amar me faz sofrer

Sufocado, lançado há 20 anos por Zezé di Camargo e Luciano, é sofrência do começo ao fim! Começa com “pra quê fingir que sofre / eu sei que não / no fundo, você gosta de me tirar a paz”, até rasgar o coração partido dizendo que “sempre que eu respiro é por você / e te amar me faz sofrer / baby, hoje eu vivo sufocado em minha dor”… Mais recentemente, a canção ganhou versão na voz da rainha da sofrência, Marília Mendonça! Mas bora lembrar da versão original, com Zezé e Luciano:

A versão é de Zezé e Luciano, mas a canção original é de Backstreet Boys! Drowning, que em inglês quer dizer “Afogamento”, esteve longe de estourar nas paradas gringas como os primeiros sucessos da boy band, mas por aqui… Se tinha uma coisa que fazia sucesso em 2001, quando os garotos americanos lançaram a canção, essa coisa se chamava Backstreet Boys.

O mais legal da versão de Zezé e Luciano é que, para além de ser uma simples versão (em que a preocupação é manter a estrutura da música, a melodia e a métrica – ou seja, fazer com que os versos em português caibam no mesmo tempo em que os das versões originais), houve uma preocupação bem grande com a letra original. Ou seja, se Zezé e Luciano cantaram uma sofrência, pode pegar a tradução da letra de Drowning: vai encontrar tudo bem parecido!

PLUS: a dupla, assim como Chitãozinho e Xororó, é grande fã de rock clássico (tem até esse vídeo do Zezé cantando Freddy Mercury, da banda britância Queen). Por isso, saiba que ao ouvir este outro grande hit deles, de láá do comecinho dos anos 1990, Eu Te Amo, você também está ouvindo uma versão… E é de ninguém menos que dos Beatles! A original se chama And I Love Her.

5 – É por você que canto

Não podíamos terminar essa lista sem lembrar de Leandro e Leonardo (e, assim, completarmos a trinca dos “Amigos”). Até porque essa música está na sexta faixa do terceiro disco da dupla, lançado em 1989, e contribuiu para a explosão de um milhão de cópias vendidas – desempenho bem melhor que o sucesso anterior, Volume 2, quando a dupla vendeu 250 mil discos. É Por Você Que Canto, ao lado de Entre Tapas e Beijos e Luar do Sertão, colocaram os irmãos de Goianápolis (GO) nos pódios dos melhores desempenhos comerciais daquele ano, com um disco de diamante.

Esta é uma versão de The Sound Of Silence, folk clássico gravado em 1964 da dupla Simon & Garfunkel. Ao contrário do estouro que a versão dos goianos fez aqui no Brasil, a original, gravada lá nos Estados Unidos, estava no primeiro disco da dupla e foi um imenso fiasco comercial – tão grande que eles desistiram da carreira. Porém… Algo aconteceu e as rádios de Boston e da Flórida começaram a tocar a música enlouquecidamente, um tempão depois! Em 1º de janeiro de 1966, estava em primeiro lugar na lista da Billboard Hot 100, o que fez com que Simon voltasse da Inglaterra (ele tinha voltado para casa após o fim da dupla) e, às pressas, a gravadora Columbia Records gravasse um disco novo, com uma versão remasterizada da canção e várias outras que os colocaram em evidência!

Na versão de Leandro e Leonardo, houve um respeito imenso pela forma suave com que a dupla gringa cantava, revelando possibilidades vocais inéditas dos irmãos goianos.

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