

Trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988? Veja o passo a passo para verificar se você tem direito ao saldo pelo aplicativo FGTS e como solicitar o resgate
Por Flor Sette Camara* - Estado de Minas
Milhões de trabalhadores brasileiros podem ter direito a um dinheiro extra correspondente às antigas cotas do PIS/Pasep. Diferentemente do abono salarial pago anualmente, esses valores são destinados a quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada (PIS) ou como servidor público (Pasep) entre os anos de 1971 e 1988 e ainda não realizou o saque.
Os saldos dessas contas foram migrados para Tesouro Nacional, órgão do Ministério da Fazenda. Os herdeiros de trabalhadores falecidos que se enquadram nessas condições também têm o direito de solicitar o resgate do dinheiro. A verificação é gratuita e deve ser feita exclusivamente por canais oficiais da Caixa Econômica Federal.
A forma mais prática de verificar se você possui saldo disponível é através do aplicativo FGTS, da Caixa. A plataforma unifica as informações e permite a solicitação do saque diretamente pelo celular. Siga as etapas abaixo:
Caso não encontre a opção no aplicativo, o trabalhador ou seu herdeiro pode se dirigir a uma agência da Caixa com um documento de identificação oficial para realizar a consulta.
Após confirmar que há saldo disponível no aplicativo FGTS, o processo de saque é bastante simples. Dentro da própria plataforma, ao clicar na opção de saque do PIS/Pasep, você poderá solicitar a transferência do valor.
O sistema permitirá que você informe sua conta bancária para receber o crédito sem nenhum custo. O valor será depositado na conta informada em até cinco dias úteis.
Lembre-se, a Caixa não envia links nem entra em contato por e-mail ou aplicativos de mensagem para tratar sobre esses valores ou para solicitar senhas. Todo o procedimento deve ser iniciado pelo cidadão no aplicativo oficial ou em uma agência.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
*Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata

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