

Ex-modelo reage a relato de bastidores em ‘Vale Tudo’ e reacende debate sobre misoginia e violência psicológica envolvendo o ator e a emissora
Por Redação Entretenimento - UAI
A repercussão da entrevista de Bella Campos segue intensa nas redes sociais e ganhou um novo capítulo após uma movimentação de Mariana Goldfarb. A influenciadora chamou atenção ao interagir curtindo uma publicação que destacava trechos do depoimento da atriz sobre os bastidores da novela “Vale Tudo”.
No conteúdo, Bella detalha episódios envolvendo Cauã Reymond e aponta comportamentos que classificou como misoginia, direcionando críticas também à forma como a TV Globo teria conduzido as queixas internas durante a produção.
A atitude de Mariana, ex-companheira do ator, foi interpretada por internautas como uma reação indireta ao relato.
Pouco depois ela voltou a abordar o tema ao compartilhar novamente um vídeo divulgado no fim do ano passado em parceria com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). A gravação integra uma campanha voltada à conscientização sobre violência contra a mulher.
No material, Mariana explica como funciona o ciclo da violência psicológica, destacando sinais que podem passar despercebidos no dia a dia. Entre eles, menciona a sensação constante de tensão, críticas recorrentes e mudanças de comportamento adotadas para evitar conflitos.
Ela também relata o impacto emocional desse tipo de situação, incluindo a perda de identidade ao longo do tempo e a dificuldade de reconhecer o problema, mesmo diante de alertas de pessoas próximas.
Relato sem citar nomes
Em outras ocasiões, Mariana já havia falado publicamente sobre um relacionamento que definiu como abusivo. Sem mencionar diretamente o nome de Cauã Reymond, com quem foi casada, a influenciadora descreveu experiências marcadas por manipulação e violência psicológica.
Segundo seus relatos, o período foi caracterizado por controle, desvalorização e isolamento. Ela também revelou ter enfrentado episódios de anorexia durante a relação e afirmou que a decisão de romper foi essencial para preservar a própria vida.
“A agressão psicológica não deixa marca visível. Fica difícil mostrar que você está passando por certas coisas, ou que passou por certas coisas, porque a olho nu você não consegue ver. Era tão infernal a tortura psicológica, os tratamentos de silêncio eternos, aquela confusão mental, as noites sem dormir, o olho tremendo, cabelo caindo”, disse em entrevista a um podcast.

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