

Fifa divulga combinações oficiais para a fase de grupos do Mundial de 2026 e confirma visual inédito para os arqueiros brasileiros na partida contra a Escócia
Por Flavia Duarte - Redação Clube
A Fifa oficializou nesta semana os uniformes que serão utilizados pelas seleções durante a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Entre as definições divulgadas pela entidade, uma novidade envolvendo a Seleção Brasileira chamou a atenção: pela primeira vez na história dos Mundiais, os goleiros do Brasil entrarão em campo vestindo um uniforme totalmente vermelho.
A equipe comandada por Carlo Ancelotti já conhece as combinações que utilizará nos três primeiros compromissos da competição. Na estreia, marcada para 13 de junho, diante de Marrocos, a Seleção atuará com seu tradicional uniforme principal, composto por camisa amarela, shorts azuis e meias brancas.
Na segunda rodada, contra o Haiti, o Brasil utilizará o uniforme reserva, com camisa e shorts azuis, acompanhados de meias pretas. Já no terceiro jogo da fase de grupos, diante da Escócia, em 24 de junho, a equipe vestirá camisa amarela, shorts brancos e meias brancas, combinação conhecida entre os torcedores como “ovo frito”.
O grande destaque desse confronto, porém, estará nos goleiros brasileiros. De acordo com o documento oficial divulgado pela Fifa, os arqueiros utilizarão camisa, shorts e meias vermelhas, seguindo o padrão desenvolvido pela Nike para o Mundial de 2026. O modelo é inédito em Copas do Mundo e não será comercializado ao público.
Embora a cor vermelha já tenha sido utilizada por goleiros da Seleção em competições como a Copa América e a Copa das Confederações, esta será a primeira vez que o tom aparecerá em uma Copa do Mundo defendendo as cores do Brasil.
A cor também esteve recentemente no centro de debates nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Durante a gestão do então presidente Ednaldo Rodrigues, chegou a ser estudada a adoção de uma camisa vermelha como segundo uniforme da Seleção, substituindo o tradicional azul.
O projeto, desenvolvido em parceria entre Nike e Jordan, acabou sendo arquivado após mudanças na presidência da entidade. Com a chegada de Samir Xaud ao comando da CBF, a proposta foi revista e o uniforme azul foi mantido como reserva oficial da Seleção Brasileira.
Segundo o regulamento da Fifa, a definição das combinações utilizadas em cada partida leva em consideração critérios de contraste visual entre as equipes e a arbitragem, priorizando, sempre que possível, o uso dos uniformes principais de cada seleção.

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