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Ministério da Saúde confirma 51 mortes por dengue no Distrito Federal

Brasil
Publicado em

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Dados recentes divulgados pelo Ministério da Saúde apontam evolução da dengue na capital federal, com 51 óbitos

Por Pablo Giovanni de Correio Braziliense

O novo boletim de casos de dengue, divulgado pelo Ministério da Saúde na tarde desta segunda-feira (26/2), mostra que o Distrito Federal registrou 51 óbitos pela doença em 2024.

Os dados constam no painel de casos de dengue do ministério. Os números mostram, ainda, que há 98.169 casos prováveis da doença na capital federal — 78 óbitos em investigação. Os números da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) deverão ser atualizados nesta terça-feira (27/2). 

O boletim epidemiológico mais recente, divulgado pela pasta na terça-feira (20/2), registrou 81.408 casos prováveis da doença de 1° de janeiro até 19 de fevereiro, com 38 mortes confirmadas e 72 em investigação.

Automedicação preocupa especialista

Correio mostrou, na manhã desta segunda-feira, que a automedicação preocupa especialista. De acordo com o Ministério da Saúde, não há um tratamento específico para a doença. O principal modo de amenizar os efeitos da dengue é a reposição de líquidos. É o que defende o infectologista Julival Ribeiro, que acrescenta que a automedicação é extremamente perigosa, sendo necessário atendimento médico antes de qualquer medida.

“A população deve saber que existem determinados medicamentos, chamados de anti-inflamatórios, como o ibuprofeno, diclofenaco, fenilbutazona, entre outros, além dos medicamentos corticoides, como o prednisona, dexametasona e hidrocortisona. Todos eles devem ser evitados, porque podem causar um quadro grave da doença. Antes de qualquer automedicação, o paciente deve e precisa procurar atendimento médico”, reitera o especialista.

Julival destaca que, na maioria dos casos, médicos indicam a utilização de dipirona e paracetamol — esse último, caso usado em excesso, pode causar toxicidade ao fígado. Os dois ajudam a amenizar a febre alta e o desconforto, sem apresentar riscos, como os anti-inflamatórios e os corticoides, e são orientados pelos profissionais em dosagens corretas.

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