

Teste de sangue oculto nas fezes passa a ser referência para pessoas entre 50 e 75 anos e pode ampliar o diagnóstico precoce da doença para mais de 40 milhões de brasileiros
Por Enzo Anselmo - Estado de Minas
Foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (Sus) o novo protocolo nacional para rastreamento de câncer colorretal, um teste imunoquímico fecal, que passará a ser o exame de referência para pessoas que não apresentam sintomas entre 50 e 75 anos.
A medida pode ampliar o acesso à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença para mais de 40 milhões de brasileiros.
Procurado pela reportagem, o médico oncologista Daniel Mussi explicou a importância desse exame, dizendo que se trata de um teste que consegue avaliar se existe sangramento no intestino.
“Pode avaliar, inclusive, sangramentos que seriam interceptíveis a olhos nus. O padrão para o exame é a colonoscopia, mas, além de preparo ser ruim, ela não é acessível para toda a população”, explicou o médico afirmando que o Fit-Test é um “ótimo exame”.
A medida pode ampliar o acesso à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença para mais de 40 milhões de brasileiros.
Procurado pela reportagem, o médico oncologista Daniel Mussi explicou a importância desse exame, dizendo que se trata de um teste que consegue avaliar se existe sangramento no intestino.
“Pode avaliar, inclusive, sangramentos que seriam interceptíveis a olhos nus. O padrão para o exame é a colonoscopia, mas, além de preparo ser ruim, ela não é acessível para toda a população”, explicou o médico afirmando que o Fit-Test é um “ótimo exame”.
O Fit é um exame de fezes que detecta pequenas quantidades do chamado sangue oculto, invisíveis a olho nu, que podem ser um sinal de lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino.
A diretriz, com as orientações para a nova testagem, foi elaborada por especialistas e recebeu o parecer favorável de uma comissão no SUS em março deste ano.

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