Arthur Aguiar vira réu em ação de despejo na Justiça; saiba valor da dívida
Ator e campeão do 'BBB 22' acumula dívida astronômica; saiba mais

Por Redação Clube FM - Brasília
- Atualizado
Por Mariana Morais
Uma decisão da Justiça de São Paulo determinou o despejo de Arthur Aguiar de um apartamento alugado pelo ator.
A medida foi concedida em 4 de setembro de 2026 pelo juiz Diego Ferreira Mendes, da 4ª Vara Cível de Pinheiros. As informações sobre o processo foram divulgadas pela colunista Fábia Oliveira.
O imóvel foi alugado pelo campeão do BBB 22 em 2025, com contrato estabelecido até novembro de 2027.
Conforme consta na ação, o compromisso previa uma despesa mensal de aproximadamente R$ 60 mil, considerando tanto o aluguel quanto os encargos relacionados à locação.
A proprietária recorreu ao Judiciário após afirmar que os pagamentos deixaram de ser feitos regularmente a partir de maio deste ano.
Segundo o relato apresentado no processo, houve uma tentativa de acordo entre as partes para solucionar a pendência.
A locadora teria aceitado conceder um “expressivo desconto” sobre o valor acumulado, mas Arthur não teria efetuado nem mesmo o pagamento inicial combinado.
A dívida apontada na ação é de R$ 166.028,30, quantia correspondente a três meses de pagamentos em atraso.
A proprietária afirma ainda que tentou resolver a situação diretamente com o ator por meio de mensagens e e-mail, sem conseguir regularizar os valores.
Além da retirada de Arthur do apartamento, a autora da ação quer receber o débito acumulado e também as quantias que eventualmente vencerem enquanto o processo estiver em andamento.
Para deixar o imóvel, foi estabelecido pela Justiça o prazo de 15 dias. A decisão também permite que Arthur evite o despejo caso quite integralmente a dívida dentro desse mesmo período.
Se isso não acontecer e o apartamento não for desocupado de maneira voluntária, a ordem poderá ser executada de forma forçada.
O processo teve início em 4 de setembro de 2026 e tramita no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A ação foi motivada, segundo os autos, pelo suposto descumprimento das obrigações financeiras previstas no contrato de locação.










