Canetas emagrecedoras podem chegar ao SUS; Anvisa veta propaganda
Ministério da Saúde protocola inclusão de injeções de GLP-1 no SUS. Em paralelo, Anvisa proibiu propagandas do medicamento Semavy

Por Redação Clube FM - Brasília
- Atualizado
O Ministério da Saúde está avançando na avaliação para incorporar medicamentos da classe dos GLP-1, as chamadas canetas emagrecedoras, ao Sistema Único de Saúde.
A proposta prevê o uso desses medicamentos no tratamento da obesidade, mas a oferta ainda depende da análise da Conitec e da definição de um protocolo com critérios para os pacientes que poderão receber o tratamento.
A discussão ganhou força depois dos primeiros resultados de estudos apresentados pelo Ministério da Saúde sobre o uso dessas medicações contra a obesidade.
A ideia é avaliar evidências de eficácia, segurança e também estabelecer quais pacientes seriam elegíveis para receber o tratamento gratuitamente pelo SUS.
Enquanto isso, a Anvisa proibiu a propaganda do Semavy, medicamento à base de semaglutida.
A agência identificou anúncios em painéis do Aeroporto de Congonhas, no site do produto e nas redes sociais. Como o medicamento é de tarja vermelha e exige receita médica, a legislação restringe a publicidade ao público em geral.
Importante: a decisão da Anvisa não proibiu o Semavy de ser vendido ou utilizado. O medicamento continua registrado e disponível nas farmácias mediante prescrição médica.










