Estreia de Abel Ferreira no Palmeiras completa seis anos; relembre o jogo
Português estreou no dia 5 de novembro de 2020, com triunfo por 1 a 0 sobre o Bragantino, pelas oitavas de final da Copa do Brasil

Por Redação Clube FM - Brasília
- Atualizado
Por Redação Jogada10
Abel Ferreira completa, nesta quinta-feira (5), seis anos de sua estreia no comando técnico do Palmeiras.
Contratado em outubro de 2020 para substituir Vanderlei Luxemburgo, o português iniciou sua trajetória no clube paulista com uma vitória por 1 a 0 sobre o Red Bull Bragantino pelas oitavas da Copa do Brasil, em 5 de novembro daquele ano.
Naquela época, o técnico escalou o Verdão com Weverton; Gabriel Menino, Luan, Gustavo Gómez e Matías Viña; Felipe Melo, Zé Rafael e Raphael Veiga; Wesley, Rony e Luiz Adriano.
Ele repetiu a escalação de Andrey Lopes na rodada anterior do Brasileirão, diante do Atlético-MG. Durante a partida, promoveu as entradas de Gustavo Scarpa, Danilo, Ramires, Willian e Gabriel Veron.
Este último, por sinal, fez o único gol da partida, ainda no primeiro tempo. Como havia vencido por 3 a 1, em Bragança Paulista, o Alviverde avançou no torneio nacional. Poucos meses depois, Abel conquistou seu primeiro título pelo clube, justamente a Copa do Brasil, em uma final contra o Grêmio, que, curiosamente, pode se repetir em 2026.
Além disso, naquela temporada, o português foi essencial para o título da Libertadores, no Maracanã, diante do arquirrival Santos. Dos jogadores que participaram da estreia do comandante, apenas Gustavo Gómez segue como titular do Palmeiras. Raphael Veiga está emprestado ao América, do México, mas como lesionou o ombro esquerdo, fará a recuperação no clube paulista.
Na história do Verdão
Ao longo de seis temporadas, Abel acumulou conquistas importantes e se tornou o treinador com mais títulos na história do clube ao ultrapassar Oswaldo Brandão. Até aqui, ele soma duas Libertadores, dois Brasileiros, quatro Paulistas, uma Copa do Brasil, uma Recopa Sul-Americana e uma Supercopa do Brasil.
"Não vim aqui para ter férias, vim aqui para trabalhar e ganhar com o clube. Vim para ajudar os jogadores a crescerem, é a minha missão. Portanto, minha estadia nos próximos meses será aqui dentro. Não nos falta nada. O Palmeiras oferece todas as condições para os profissionais fazerem o trabalho", afirmou o treinador, em sua primeira coletiva.
O treinador conquistou prestígio também com a diretoria, que jamais cogitou qualquer troca no comando, mesmo nos momentos de turbulência. Assim, a continuidade do trabalho passa pela relação e confiança com a presidente Leila Pereira e o diretor de futebol Anderson Barros. Ele conviveu com reformulações, mas esbanjou regularidade e liderança, com resultados que impressionam.
"O sentimento é de gratidão ao Palmeiras. O Palmeiras somos nós, são os funcionários do clube, a nossa presidente e os presidentes anteriores, o nosso diretor Anderson Barros, os nossos jogadores, os profissionais que cuidam do centro de treinamento como se fosse a sua casa. É fantástico trabalhar aqui. O Palmeiras são os nossos torcedores e, portanto, somos todos nós, disse ao completar seis anos no comando.
Quatro finais de Libertadores
O sonho desta temporada é a conquista da tríplice coroa, pois seria o ano mais vitorioso da carreira. No entanto, a diferença para o Flamengo é de seis pontos, com um jogo e uma vitória a menos, sem depender de si, no momento, para erguer a taça. Os times se enfrentam, no Nubank Parque, dia 21 (sábado), às 16h30 (de Brasília).
Na semifinal da Copa do Brasil, tem a vantagem diante do Vasco, enquanto fará mais uma final de Libertadores, dia 28, diante do Estudiantes, no Uruguai. Com o técnico à beira do campo, a equipe paulista já soma quatro finais de Libertadores (títulos de 2020 e 2021, vice de 2025 e decisão com o Estudiantes em 2026).
Por fim, o português soma 460 partidas no comando do Verdão, com 270 vitórias, 108 empates e 83 derrotas. Foram, até o momento, 778 gols marcados e 366 tentos sofridos. O comandante, então, superou vários treinadores renomados, como Pep Guardiola e Carlo Ancelotti, no número de triunfos neste período.










