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Fotos mostram jaqueta retirada em exumação dos Mamonas intacta

Fotos mostram jaqueta retirada em exumação dos Mamonas intacta

Por Redação Clube FM - Brasília

- Atualizado

Peça com bandeira do Brasil foi encontrada intacta sobre o caixão dos integrantes durante exumação em Guarulhos

Por Amanda S. Feitoza - Correio Braziliense

Fotos obtidas pelo Correio revelam a jaqueta encontrada no caixão dos integrantes dos Mamonas Assassinas. A peça foi localizada intacta durante a exumação realizada no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Grande São Paulo, 30 anos após a morte dos integrantes da banda.

Pelas imagens, é possível perceber que a jaqueta está com a cor desbotada e traz a bandeira do Brasil na parte frontal. Já nas costas, aparecem o símbolo e o nome característicos da identidade visual da banda.

As imagens mostram que a jaqueta permaneceu preservada desde o enterro do cantor, em 1996. Segundo o CEO da marca Mamonas, Jorge Santana, o item foi colocado sobre o caixão no dia da despedida. “A jaqueta foi colocada em cima do caixão, alguém da equipe colocou por cima do caixão e ficou lá por 30 anos”, afirmou ao Correio.

De acordo com Santana, a peça passará a integrar o acervo do Museu da Faculdade FIG Centro Universitário FIG-Unimesp, em Guarulhos.

Os músicos Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, em um acidente de avião na Serra da Cantareira, na Zona Norte da capital paulista. Três décadas após a tragédia, os corpos foram exumados para que as cinzas sejam depositadas em árvores nativas em um memorial ecológico que será aberto à visitação pública. Ainda não há data divulgada para a inauguração.

Veja as fotos:


A jaqueta surpreendeu a todos por ter continuado intacta após 30 anos enterrada.(foto: Cedido ao Correio )

Peça traz a bandeira do Brasil na frente e o símbolo da banda nas costas.(foto: Cedido ao Correio)

Quem foram os Mamonas Assassinas

Os músicos Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, após a queda do avião em que viajavam na Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo.

Trinta anos após a tragédia, os corpos foram exumados para que as cinzas sejam depositadas aos pés de árvores nativas, em um memorial ecológico que será aberto ao público. A data de inauguração ainda não foi divulgada.

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