Júlia Ribeiro revela bastidores do parto da filha com Mari Fernandez
Influenciadora contou detalhes da indução, das horas de trabalho de parto e dos primeiros dias ao lado de Isabela

Por Redação Clube FM - Brasília
- Atualizado
Por Redação Entretenimento - Portal UAI
Júlia Ribeiro contou como foram as horas que antecederam o nascimento de Isabela, sua primeira filha com Mari Fernandez. A influenciadora, de 23 anos, recebeu alta da maternidade no sábado (3), em São Paulo, dois dias depois do nascimento da bebê.
Em casa, ela compartilhou detalhes do trabalho de parto e falou sobre os primeiros dias da nova rotina ao lado da filha.
Isabela nasceu de parto normal em 1º de outubro, após Júlia passar por uma indução. O procedimento inicialmente despertava receio na influenciadora, mas acabou sendo uma experiência que ela descreveu como positiva, apesar da intensidade das contrações.
“Isabela nasceu de parto normal. A gente induziu o parto, que era uma das coisas que eu não queria porque tinha muito medo. Mas a minha doutora me convenceu a induzir e foi maravilhoso. Por mais que eu tenha sentido muitas dores, depois, quando você vê aquele rostinho, é muito gratificante”, contou.
O processo começou na madrugada do dia 30, quando Júlia estava com dois centímetros de dilatação. Segundo ela, a evolução foi inicialmente lenta, mas ganhou ritmo depois da administração dos medicamentos.
“Quando engrenou, engrenou muito rápido. Induzi na madrugada do dia 30 e, às seis horas da manhã, coloquei o último comprimido e não me lembro mais de quase nada”, relatou.
As horas seguintes foram marcadas por dores intensas e enjoos. Júlia contou que chegou a vomitar durante o trabalho de parto e tentou permanecer na banheira, mas precisou deixar o local por não estar se sentindo bem.
A dilatação avançou de dois para oito centímetros em um intervalo curto, segundo a influenciadora. Já na reta final, Isabela ainda não havia se encaixado para o nascimento. Júlia relatou que a bebê nasceu com a mão junto à cabeça e que ela sofreu uma laceração durante o parto.
“Quando entrei em nove centímetros, não estava raciocinando mais. A Isabela não estava querendo encaixar. Tanto é que ela nasceu com a mão na cabeça e eu tive laceração. A doutora falou que eu precisava fazer força ou ela não ia nascer e a gente ia ter que ir para a cesárea”, contou.
Depois do nascimento, a percepção sobre as horas anteriores mudou. “Depois que ela nasceu, depois de muita força, esqueci de tudo e só foquei naquilo ali. É incrível”, disse.
Os primeiros dias com Isabela
Já em casa, Júlia contou que estava se sentindo melhor e destacou o apoio de Mari durante o parto e a adaptação à chegada da filha. Segundo ela, o período na maternidade foi emocionalmente mais difícil, algo que atribuiu às alterações hormonais comuns do pós-parto.
“No hospital estava um pouco para baixo, o que é normal, mas, quando cheguei em casa, melhorei super. Você fica com os hormônios alterados, mas estou me sentindo superbem. Mariana também sempre do meu lado, me ajudando em tudo”, afirmou.
A amamentação também tem feito parte dessa adaptação. Júlia contou que ainda não conseguiu produzir leite em quantidade suficiente e, por isso, Isabela está recebendo fórmula enquanto ela continua estimulando a filha a mamar no peito.
“Estou tentando dar o peito, mas está sendo mais complicado porque não tenho leite suficiente. Não desceu o leite ainda. A gente está dando fórmula, mas estou estimulando a Isabela a pegar o peito”, relatou.
Júlia afirmou ainda que pretende compartilhar posteriormente um relato mais detalhado sobre o parto e os acontecimentos que marcaram a chegada da primeira filha.










