Polícia prende 13 pessoas em fábrica clandestina que falsificava produtos de Virginia
Local, que funcionava em Itaquaquecetuba, na Grande SP, foi fechado nesta quarta-feira (2)

Por Redação Clube FM - Brasília
- Atualizado
Por Mariana Morais
Uma ação da Polícia Civil terminou com 13 prisões em flagrante durante uma investigação sobre a produção e comercialização de cosméticos falsificados da WePink, marca que tem a influenciadora Virginia Fonseca como sócia.
A operação foi realizada na noite dessa quarta-feira (2), em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Os agentes localizaram uma fábrica clandestina instalada na Rua Porto, no bairro Chácara Cuiabá.
No imóvel, foram apreendidos maquinários e equipamentos utilizados na fabricação dos produtos, além de insumos, recipientes, embalagens, rótulos e etiquetas semelhantes aos utilizados pela WePink.
Conforme as investigações, os produtos falsificados eram distribuídos por meio das redes sociais e também comercializados na Feira da Madrugada, no Brás, região central da capital paulista.
A operação ocorreu após a Justiça autorizar o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra os investigados.
Durante a ação no endereço apontado pela polícia, as 13 pessoas encontradas no local acabaram presas em flagrante.
O proprietário da fábrica não foi localizado e é considerado procurado pela polícia. Entre os detidos, segundo a corporação, há suspeitos que já tinham sido presos em junho deste ano em outra fábrica clandestina responsável pela produção de itens falsificados da mesma marca.
Na ocasião anterior, os investigados foram autorizados a responder ao processo em liberdade. Diante da suspeita de reincidência, a Polícia Civil pretende pedir à Justiça que as prisões em flagrante sejam transformadas em preventivas.
Um dos fundamentos apresentados para a solicitação é a possibilidade de que os investigados continuem envolvidos nas atividades ilegais caso permaneçam em liberdade.










