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Simone Mendes e guitarrista do Tihuana quebram silêncio após disputa judicial ser revelada

A disputa entre Simone Mendes e Léo Stuart, guitarrista do Tihuana, ganhou um novo capítulo fora dos tribunais

Simone Mendes e guitarrista do Tihuana quebram silêncio após disputa judicial ser revelada
(crédito: Observatorio dos Famosos)

Por Redação Clube FM - Brasília

- Atualizado

Por redação - TMJBrazil

A disputa entre Simone Mendes e Léo Stuart, guitarrista do Tihuana, ganhou um novo capítulo fora dos tribunais. Depois que o colunista Daniel Nascimento revelou o processo envolvendo os dois, as equipes da cantora e do músico decidiram se manifestar e apresentar suas versões sobre o desabamento que deu origem ao embate judicial.


O caso remonta a novembro de 2024, quando, durante fortes chuvas em Barueri, na Grande São Paulo, água, lama e escombros atingiram a residência de Léo. O músico atribui o episódio a problemas relacionados à obra realizada no imóvel vizinho. A Black Diamond Holding, empresa representada pelo guitarrista, levou a discussão à Justiça em uma ação cujo valor foi fixado em R$ 1,3 milhão. Simone contesta a responsabilidade atribuída à obra.


Agora, os dois lados falam sobre o episódio. Enquanto a equipe da sertaneja cita as condições climáticas e ressalta que a obra era executada por uma empresa contratada, os representantes de Léo afirmam que laudos e decisões judiciais tomadas até o momento dão respaldo aos argumentos apresentados pelo músico.


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Simone Mendes e guitarrista do Tihuana quebram silêncio após disputa judicial ser revelada - (crédito: TMJBrazil)


Leia a nota da equipe de Simone Mendes:

De acordo com o escritório, o episódio ocorreu durante um período de fortes chuvas e é tratado como um incidente. A execução da obra foi realizada por uma empresa contratada, responsável pela condução dos trabalhos e por todas as questões relacionadas à segurança da obra. O caso está sendo discutido judicialmente e o processo segue em tramitação, sem decisão definitiva até o momento.

Leia a nota da defesa de Léo Stuart:

O processo teve origem em um episódio bastante grave ocorrido em novembro de 2024, quando, durante uma obra realizada no imóvel vizinho, houve o colapso de estruturas e muros, com grande volume de água, terra, lama e escombros atingindo a residência de Leonardo.

Não se tratou apenas de um dano estético ou de pequena proporção. Houve destruição de estruturas da propriedade, invasão de lama na residência, danos à área externa, pomar, canil, sistema de abastecimento de água e outros bens, além, evidentemente, do risco à integridade física dos moradores.

Antes do ajuizamento da ação principal foram produzidas provas técnicas para apurar as causas do ocorrido. E esse é um ponto importante: nossa posição não está baseada simplesmente na versão de Leonardo contra a versão de Simone. Existem elementos técnicos produzidos por profissionais independentes e também prova pericial judicial.

Em relação à alegação de que a causa teria sido exclusivamente o excesso de chuvas ou problemas preexistentes no imóvel de Leonardo, respeitamos naturalmente a versão apresentada pela defesa. Entretanto, ela não corresponde às conclusões técnicas que fundamentaram as decisões judiciais proferidas até agora.

A perícia apontou questões relacionadas à própria obra vizinha, inclusive ausência de medidas adequadas para direcionamento das águas pluviais e alterações das condições do terreno. Um dos elementos técnicos chega a identificar a obra vizinha como o local gerador do desmoronamento.

Também é relevante observar que a residência de Leonardo existe há aproximadamente 28 anos e já havia atravessado inúmeros períodos de chuvas e tempestades sem ocorrência semelhante.

Posteriormente, inclusive em procedimento perante o Conselho de Arquitetura e Urbanismo, o próprio responsável técnico pela obra confirmou que tinha conhecimento de que não havia servidão de drenagem implantada naquele momento.


Portanto, não pretendemos travar uma discussão pela imprensa sobre quem tem razão. Essa discussão pertence ao processo. O que podemos afirmar objetivamente é que, até o momento, os elementos técnicos e as decisões judiciais têm sido favoráveis à posição defendida por Leonardo. Existem dois laudos perícias um criminal e um Cível que apontam para a falta de drenagem e escoamento de águas pluviais não realizadas na obra da Simone como causadores do desmoronamento.

Tanto é assim que a Justiça determinou a paralisação da obra e a reconstrução dos muros e das partes atingidas, com a restauração do imóvel. A defesa recorreu dessa decisão ao Tribunal de Justiça de São Paulo, mas o recurso foi rejeitado e a decisão foi mantida.

Posteriormente foram apresentados Embargos de Declaração, que também foram rejeitados. Mais recentemente, em agosto, a defesa interpôs Recurso Especial, buscando levar a discussão ao Superior Tribunal de Justiça. Estamos agora adotando as providências processuais cabíveis em relação a esse recurso.

Sobre o valor aproximado de R$ 1,3 milhão mencionado na reportagem, é importante esclarecer que se trata do valor atribuído à demanda e não de uma indenização já fixada pela Justiça. A ação envolve diferentes pretensões decorrentes do evento, inclusive obrigação de reconstrução e reparação dos prejuízos. O valor efetivamente devido, ao final, dependerá naturalmente da decisão judicial.

Desde o início, a pretensão de Leonardo é bastante objetiva: que seu imóvel seja integralmente recuperado e que sejam reparados os prejuízos decorrentes do ocorrido.

Não existe interesse de transformar o episódio em uma disputa pessoal com Simone. Trata-se de uma questão jurídica decorrente de um evento extremamente grave, que causou danos relevantes à propriedade e colocou pessoas em situação de risco, e é no Poder Judiciário que esperamos que ela seja definitivamente solucionada.

Foi marcada uma audiência presencial de tentativa de conciliação solicitada inclusive pela defesa da Simone, que infelizmente não se realizou, justamente pela ausência tanto da Simone como de seus advogados. Após a ausência nos manifestamos requerendo o julgamento tendo em vista as provas que já constam dos autos, e o processo está na conclusão aguardando decisão. Entendemos que a demora e o descumprimento da medida liminar, trazem risco ainda maior, diante das notícias de previsão de fortes tempestades que se aproximam.

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