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Cão Orelha não morreu por agressão de adolescentes, aponta perícia

Brasil
Publicado em 12 de maio de 2026
Cão Orelha não morreu por agressão de adolescentes, aponta perícia
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O Ministério Público de Santa Catarina pediu arquivamento após concluir que adolescentes não estiveram com cão na Praia Brava e que o animal sofria de doença grave



Por Nathallie Lopes - Correio Braziliense

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) afirmou, nesta terça-feira (12/5), que provas periciais afastam a hipótese de agressão contra o cão Orelha e concluem que os adolescentes investigados não estiveram com o cachorro na Praia Brava, em Florianópolis, no período da suposta violência. O MPSC aponta ainda que o animal sofria de uma doença grave. Com essas conclusões, as Promotorias de Justiça responsáveis pelo caso requereram à Justiça o arquivamento do procedimento investigatório.

Segundo o MPSC, a conclusão foi baseada na análise de quase dois mil arquivos digitais, entre laudos técnicos, vídeos, imagens, fotografias e dados extraídos de celulares apreendidos, além de novos depoimentos de adolescentes e testemunhas.

De acordo com o MPSC, uma reanálise minuciosa das imagens de câmeras de monitoramento confirmou a existência de um “descompasso temporal” entre os sistemas utilizados na investigação inicial. As câmeras do condomínio onde estava um dos adolescentes investigados registravam horário cerca de 30 minutos adiantado em relação às câmeras do sistema público Bem-Te-Vi, utilizadas para acompanhar o deslocamento do cão.

Com a correção da linha do tempo, o MPSC concluiu que, quando o adolescente esteve próximo ao deck da praia, o cão “Orelha” estava a aproximadamente 600 metros de distância. A Promotoria afirmou que, dessa forma, não se sustenta a tese de que ambos permaneceram juntos na praia por cerca de 40 minutos, como apontavam os relatórios policiais iniciais.

Ainda segundo o órgão, as imagens analisadas pela perícia mostraram que o animal mantinha plena capacidade motora e padrão normal de deslocamento quase uma hora após o horário em que a investigação presumiu a ocorrência da suposta agressão.

Infecção óssea grave e crônica

Além disso, os laudos periciais também afastaram sinais de maus-tratos. Conforme o MPSC, o exame realizado após a exumação do corpo do cão não identificou fraturas ou lesões compatíveis com agressão humana. No entanto, foram constatados “sinais de osteomielite na região maxilar esquerda — uma infecção óssea grave e crônica, possivelmente relacionada a doenças periodontais avançadas”.

Segundo a Promotoria, o animal apresentava apenas um inchaço na região esquerda da cabeça e ocular, sem cortes, rasgos ou outros sinais externos de violência. O órgão afirmou ainda que a morte da cadela “Pretinha”, companheira do cão “Orelha”, poucos dias depois, em decorrência da doença do carrapato, reforça o contexto de vulnerabilidade sanitária dos animais.

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