

Influenciadora transformou festa de aniversário em negócio milionário, ampliou ganhos com publicidade e consolidou carreira entre redes sociais, TV e cinema
Por Redação Entretenimento - UAI
Como Gkay construiu sua fortuna
Em 2017, ela criou a “Farofa da Gkay”, que rapidamente se transformou em um dos eventos mais comentados do universo das celebridades. A festa cresceu tanto que ganhou destaque por atrações inusitadas, como um quarto temático inspirado em “50 Tons de Cinza” e um beijo quíntuplo entre artistas.
Segundo a própria influenciadora, o evento tem valor estimado em R$ 100 milhões. A Farofa se sustenta através de patrocínios: de acordo com a jornalista Fabia Oliveira, em 2023, as cotas iam de R$ 150 mil até R$ 2,5 milhões – essa última incluía o direito de usar imagens da festa em campanhas por cinco meses.
Além da Farofa, o evento impulsionou a receita de Gkay com publicidade. Em entrevista à Folha de S. Paulo, em 2021, ela afirmou cobrar R$ 40 mil por um story e brincou: “Se quiser feed, vai ter que batalhar para a gatinha aqui fazer, que ela tá requisitada.”
Gkay também já fez publicidade de casas de aposta, e em 2024 figurou entre as influenciadoras mencionadas na CPI das Bets.
Investimentos e carreira artística
A influenciadora expandiu sua atuação para a TV e o cinema. Ela atuou ao lado de Whindersson Nunes e Tirullipa na série “Os Roni” (2019), exibida pelo Multishow, e em 2022 estrelou o filme “Um Natal Cheio de Graça”, da Netflix, com Vera Fischer e Sérgio Malheiros.
Embora nunca tenha confirmado oficialmente seu patrimônio, Gkay negou boatos sobre ter R$ 50 milhões: “Se eu tivesse R$ 50 milhões estaria deitada, só deixando o dinheiro render”, declarou em podcast da Serasa.
Ainda assim, ela ponderou que, somando seus bens, o valor poderia se aproximar disso: “É que patrimônio junta tudo o que você tem, né? Bora fazer umas contas ali e quem sabe. A Farofa vale quanto? Acho que a Farofa vale R$ 100 milhões.”
A influenciadora também explicou sua filosofia de negócios: “Quando comecei a ganhar meu dinheiro sempre me vi como uma empresa, e uma empresa no começo todo dinheiro que entra tem que reinvestir. Sempre investi muito na minha marca. Eu pensava: ‘esse dinheiro eu não tô gastando, estou investindo na minha marca’. Hoje eu sou uma pessoa consolidada porque sempre lidei comigo como uma empresa.”

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