

Agência de Jay-Z é responsável por representar cinco atletas da Seleção; entenda
Por Mariana Morais - Correio Braziliense
O rapper e empresário americano Jay-Z marcou presença neste domingo (5) no duelo entre Brasil e Noruega, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
O artista assistiu à partida no MetLife Stadium, em Nova Jersey, e chamou a atenção por sua ligação com diversos jogadores da Seleção Brasileira, o que acabou provocando críticas de parte dos torcedores nas redes sociais.
Antes do apito inicial, Jay-Z esteve no gramado acompanhando o aquecimento das equipes e encontrou Neymar, que acompanhava a partida das arquibancadas.
Após o cumprimento entre os dois, o fundador da Roc Nation Sports seguiu para seu lugar no estádio.
Criada em 2013 como divisão esportiva da Roc Nation, a agência administra atualmente as carreiras de cinco atletas convocados para a Seleção Brasileira: Vinicius Júnior, Endrick, Gabriel Martinelli, Lucas Paquetá e Douglas Santos.
Com esse grupo, a empresa reúne uma das maiores representações de jogadores do elenco comandado por Carlo Ancelotti.
A aparição do empresário acontece poucos dias depois de Vinicius Júnior compartilhar uma foto ao lado de Jay-Z em Nova York, durante um período de folga da delegação brasileira.
O registro reforçou a proximidade entre o atacante do Real Madrid e o fundador da agência, relação que vai além da gestão de carreira.
Nos últimos anos, Vinicius se consolidou como um dos principais nomes da Roc Nation Sports no futebol internacional.
Além do destaque dentro das quatro linhas, o jogador também ganhou reconhecimento pela atuação no combate ao racismo, pauta frequentemente defendida por Jay-Z em iniciativas desenvolvidas ao longo de sua trajetória artística e empresarial.
A presença do empresário, porém, dividiu opiniões entre torcedores brasileiros.
Nas redes sociais, alguns internautas demonstraram insatisfação com a influência de grandes empresas no futebol e criticaram a relação entre a agência e parte do elenco da Seleção.
“Agora a gente sabe o motivo do Brasil nunca mais ser hexa: porque não é uma seleção, é uma empresa”, lamentou um torcedor brasileiro. “Ou seja, empresas mandam na Seleção”, disse outro.

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