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MP aciona TCU para investigar uso de incentivos fiscais em filme de Bolsonaro

Brasil
Publicado em 16 de maio de 2026
MP aciona TCU para investigar uso de incentivos fiscais em filme de Bolsonaro
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Após vazamento das conversas entre senador Flávio Bolsonaro e ex-banqueiro do Master negociando patrocínio para o filme sobre Jair Bolsonaro, subprocurador-geral Lucas Furtado protocola representação pedindo que TCU investigue uso de incentivos fiscais e de recursos públicos, direta ou indiretamente, na produção do audiovisual


Por Rosana Hessel - Correio Braziliense

Após o vazamento das conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) acionou a Corte de Contas para investigar indícios de irregularidades vinculados à captação de recursos para o filme Dark Horse (“Cavalo Negro”, na tradução literal), associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), principalmente, o uso de incentivos fiscais na produção do audiovisual estrelada pelo ator norte-americano Jim Caviezel.

Conforme a representação, protocolada nesta sexta-feira (15/5), pelo subprocurador-geral Lucas Furtado, os fatos objeto da presente representação ganharam ampla repercussão nacional após a divulgação, por diversos veículos de imprensa, de diálogos envolvendo o senador e Vorcaro negociando valores milionários demonstram “evidenciadas tratativas diretas e solicitações financeiras” para o custeio do filme que pretende homenagear Bolsonaro.

“Não é demais relembrar que o Banco Master, gerido por Vorcaro, operou e expandiu sua liquidez no mercado sob o forte e direto lastro de vultosos ativos de origem pública, a saber: – Aporte de cerca de R$ 12 bilhões provenientes do Banco de Brasília (BRB), instituição financeira controlada pelo poder público, injetados no Banco Master sob moldes de operações financeiras cuja estrutura e riscos vêm sendo objeto de questionamentos públicos e de ampla repercussão na imprensa especializada. – Bilhões de reais pertencentes aos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) de diversos estados e municípios brasileiros encontram-se custodiados em CDBs e ativos do Banco Master, expondo a poupança e a aposentadoria do funcionalismo público a riscos decorrentes de ingerência e favorecimento político”, escreveu Furtado.

Segundo o subprocurador, “tais fatos, portanto, apontam que o financiamento da ‘superprodução cinematográfica’ não se limitou a uma mera e inocente relação entre entes privados”. Ele também destacou no documento que, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), também abriu uma apuração preliminar para investigar essas emendas relacionadas ao mesmo tema. A investigação foi requerida pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e pelo deputado Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ), que acusam a destinação de recursos públicos para a produção de filmes, considerando isso um desvio de finalidade e uma possível violação aos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa. 

Na representação, Furtado solicitou que o TCU investigue utilização de incentivos fiscais e benefícios tributários ou patrocínios na produção do filme, assim como a eventual utilização de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, convênios, contratos administrativos, termos de fomento ou instrumentos congêneres vinculados, direta ou indiretamente, ou de possíveis aportes financeiros destinados à produção audiovisual provenientes de empresas vinculadas direta ou indiretamente ao Banco Master ou a Daniel Vorcaro.

O subprocurador também pediu que o Tribunal de Contas apure a eventual utilização de estruturas societárias, empresas intermediárias ou mecanismos financeiros destinados à ocultação da origem, titularidade ou destinação dos recursos empregados no empreendimento audiovisual; e também execute a rastreabilidade financeira dos recursos mencionados nas reportagens jornalísticas, inclusive, “quanto ao fluxo financeiro entre pessoas físicas, pessoas jurídicas, fundos de investimento e demais entidades eventualmente envolvidas nas operações relatadas”. 

Furtado concluiu o texto pedindo que a expedição das diligências necessárias junto à Receita Federal, à Agência Nacional do Cinema (Ancine), ao Ministério da Cultura, ao Banco Central, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e, especialmente, ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), “para fins de compartilhamento de informações e elementos eventualmente existentes acerca da origem, movimentação, intermediação e rastreabilidade dos fluxos financeiros relacionados aos fatos narrados na presente representação”.

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