

Influenciadora registrou dezenas de marcas com os nomes de Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo no INPI como forma de proteção patrimonial
Redação Entretenimento - Portal UAI
Desde o nascimento da primeira filha de Virginia Fonseca, em 2021, a influenciadora protocolou junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) um total de 28 pedidos de registro de marca envolvendo os nomes dos três filhos: Maria Alice, de 4 anos; Maria Flor, de 3, e José Leonardo, de 1. Na época, ela explicou que a iniciativa tinha como objetivo garantir proteção e segurança patrimonial para os herdeiros.
De acordo com a Veja Gente, para Maria Alice, a primogênita, foram registrados 14 pedidos entre 2021 e 2022. As solicitações abrangiam diferentes áreas de atuação, incluindo entretenimento, representação artística, cosméticos e até produtos alimentícios como laticínios. No caso de Maria Flor, houve apenas um pedido formal, que acabou sendo negado pelo INPI, mesmo após recurso apresentado.
Já o nome do caçula, José Leonardo, não aparece em pedidos públicos individuais de registro. Ainda assim, ele é citado na marca Instituto Marias e José, além de outras iniciativas que fazem referência aos filhos de Virginia com o ex-marido, Zé Felipe.
Um dos exemplos é a marca Maria’s Baby, voltada para cosméticos e produtos infantis, criada após o nascimento de Maria Flor. O domínio está vinculado à Talismã Digital, empresa que administrava o casal antes da separação.
Em todos os processos, a atuação contou com a participação de uma procuradora que, em determinado período, também esteve envolvida no registro da marca WePink em nome de Virginia, antes de sua transferência para a empresa responsável pela gestão da marca.
O INPI, órgão federal responsável pelo registro de marcas, patentes e outros ativos de propriedade industrial no Brasil, garante ao titular o direito de uso exclusivo do nome em atividades comerciais. No entanto, o registro não obriga a criação de uma empresa, servindo principalmente como proteção legal da marca.
Diante das críticas, Virginia se pronunciou à época e negou qualquer intenção de exploração comercial indevida dos nomes dos filhos. Em sua defesa, afirmou que todas as decisões têm caráter de proteção familiar.
“Tudo que fazemos para nossos filhos tem um peso muito maior, e essa marca é delas e para elas! Lógico, com minha administração, até elas conseguirem e quiserem tomar conta de tudo sozinhas.”

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