

Caso ganhou destaque depois que cantor comentou sobre rotina das crianças e criticou a frequência de viagens
Por Redação Entretenimento - UAI
A equipe de Virginia Fonseca e Zé Felipe se pronunciou nesta quarta-feira (8) após a repercussão da notificação do Conselho Tutelar à escola de uma das filhas do casal, Maria Alice, em Goiânia, Goiás. O caso ganhou destaque depois que o cantor comentou publicamente sobre a rotina das crianças e criticou a frequência de viagens.
Em nota, a assessoria informou que não irá comentar o assunto por envolver menor de idade. “Questões legais que envolvem menores de idade são, por determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), tratados sob sigilo (segredo de justiça)”, diz o comunicado enviado à “Quem”.
O posicionamento também reforça que ambos seguem colaborando com as autoridades responsáveis. “Diante disso, Zé Felipe e Virginia não irão se manifestar sobre o tema, permanecendo, contudo, à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos necessários.”
Mais cedo, o Conselho Tutelar da Região Leste de Goiânia notificou a instituição de ensino de Maria Alice. A apuração teve início após declarações do cantor sobre as faltas escolares dos filhos que tem com a influenciadora: Maria Alice, de quatro anos, Maria Flor, de três, e José Leonardo, de apenas um.
Em um desabafo recente, Zé Felipe comentou: “Tô numa saudade dos meus filhos hoje. Daqui sete dias a gente vai estar juntinho e aí acabou. Acabou esse negócio de viajar. Sem Copa do Mundo, sem viagem. É estudar, estudar, rotina”. Em seguida, completou: “‘Ai, tive que viajar, vou levar professor’. Leva, quatro dias de viagem no máximo, depois volta pra rotina de novo. E é assim. Esse negócio de ficar quebrando rotina acabou. Assim vai ser”.
Segundo informações do conselheiro-presidente da instituição, James da Silva Barbosa, apenas o caso de Maria Alice está sendo analisado. Isso porque as diretrizes do Ministério da Educação determinam a obrigatoriedade escolar para crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos. A investigação busca verificar o número de faltas e se elas foram devidamente justificadas pelos responsáveis.

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